Mostrar mensagens com a etiqueta ONU. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ONU. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

“El preso político más antiguo está en EEUU, se llama Oscar López”

El prisionero político puertorriqueño Oscar López Rivera lleva 32 años encarcelado. Foto: El Nuevo Día.
 
El prisionero político puertorriqueño Oscar López Rivera lleva 32 años encarcelado. Foto: El Nuevo Día.

 
“En la década del 60 hubo más de 3 mil jóvenes desaparecidos, torturados. Poco a poco una investigación comienza a encontrar los restos de los cuerpos”. 
 
Así el presidente Nicolás Maduro explicó a medios internacionales la antigua realidad que predominó en el país. “De Venezuela nunca se habló de derechos humanos, solamente cuando llegó la Revolución Bolivariana (…) rescató la independencia; entonces nos hacen una campaña internacional mintiendo”.“En El Caracazo, fueron masacradas tres mil 500 personas. Nunca ningún organismo de derechos humanos levantó una palabra para proteger al pueblo venezolano. Hoy se nos pretende hacer una campaña que ha sido permanente y que ha fracasado para caricaturizar la vida política del país. Venezuela es un país con pleno respeto a los derechos humanos, con plena vigencia a las libertades públicas”.

A su salida de la Cumbre de Cambio Climático, en la sede de la ONU, manifestó: “pedimos que cesen las campañas contra nosotros y se respete el derecho que tiene Venezuela a hacer una revolución democracia, constitucional, de independencia y socialista”.
 
En ese momento, una reportera estadounidense le preguntó: – “Pero hay presos políticos de la oposición ¿No?”.
 
- “¿Por presos políticos? Habría que preguntar por el preso político más antiguo de la humanidad que está en EEUU, se trata de un puertorriqueño Oscar López. ¿Por qué no preguntan los medios internacionales por Oscar López que tiene 35 años preso? ¿Su único delito? Querer la independencia de Puerto Rico. El Mandela de América Latina está aquí”, respondió el Jefe de Estado.

quinta-feira, 7 de março de 2013

A Revolução Bolivariana de Hugo Chávez (4)



 
O Discurso Proibido de Hugo Chávez na COP-15 em 2009
 
Um dos maiores fiascos da história dos grandes eventos da ONU foi a Conferência sobre Mudanças Climáticas, conhecida como COP-15, realizada em Copenhagen. 15 anos após a definição do Protocolo de Kyoto, que estabeleceria normais mundiais para a redução das emissões de gases contaminantes, a Conferência chegou ao fim sem nenhuma única resolução concreta, em meio a um grande embate diplomático e grandes manifestações de rua. No Brasil, a grande mídia deu um grande destaque ao discurso do então presidente Lula, como tendo sido o mais importante da Conferência. A mídia alternativa de esquerda, por sua vez, deu grande repercussão ao discurso do presidente da Bolívia Evo Morales. No entanto, ambos os discursos não chegam aos pés do que foi realmente o grande discurso da Conferência. Em seu pronunciamento (totalmente abafado pela grande mídia e ignorado pela esquerda brasileira), o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, fez um dos discursos ambientalistas mais contundentes da história das Nações Unidas, citando, dentre outros, o pensador brasileiro Leonardo Boff e alguns dos lemas que se gritavam nas ruas. Não deixe de assistir este momento histórico, pela primeira vez legendado e traduzido em português, e ajude a divulgá-lo para que todos possam conhecer. Mais um vídeo raro e essencial editado e legendado pela página "Ocupa a Rede Globo".

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

UN Secret Detention Report Asks, "Where Are the CIA Ghost Prisoners?

A major new report on secret detention policies around the world, conducted by four independent UN human rights experts, concludes that, "On a global scale, secret detention in connection with counter-terrorist policies remains a serious problem," and, "If resorted to in a widespread and systematic manner, secret detention might reach the threshold of a crime against humanity."

These sections contain valuable summaries, explaining how, in many cases, terrorism is used as a cover for secret detention policies of a political nature. However, the heart of the report is a detailed analysis of the Bush administration's "war on terror" policies.

Of particular concern to the authors of the joint study - beyond the overall illegality of the entire project conceived and executed by the Bush administration - is the fate of dozens of men held in secret prisons run by the CIA, or transferred by the CIA to prisons in other countries. Based on figures disclosed in one of the Office of Legal Counsel's notorious "torture memos," written in May 2005 by Assistant Attorney General Stephen Bradbury, the CIA had, by May 2005, "taken custody of 94 prisoners [redacted] and ha[d] employed enhanced techniques to varying degrees in the interrogations of 28 of these detainees."
Artigo de Andy Worthington, no T r u t h o u t disponível aqui.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Cuba Vs. EUA - Assembleia Geral da ONU envia mensagem clara ao Nobel da Paz


Arrasador apoio a Cuba na Assembleia Geral da ONU.

Nações Unidas, 28 oct (Prensa Latina) - Os Estados Unidos foram mais uma vez derrotados nas Nações Unidas ao ser emitida pela Assembleia Geral da ONU o apoio por arrasadora maioria da suspensão do embargo norte-americano a Cuba.

A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira por 187 votos a favor, 3 contra e 2 abstenções (Micronesia e as ilhas Marshall), a resolução "Necessidade de pôr fim ao bloqueio económico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos de América contra Cuba".

Dessa forma o apoio a Cuba aumentou em dois sufrágios, em comparação com o ano passado, enquanto Estados ficou só com o apoio de Israel e Palau.

Trata-se da 18ª ocasião que o plenário da Assembleia rejeita o cerco implantado por Washington contra a ilha caraibense desde há quase meio século.

O texto adoptado faz um chamado para todos os Estados a se abster de promulgar e aplicar leis e medidas desse tipo em cumprimento da Carta da ONU e do direito internacional, instrumentos que reafirmam a liberdade de comércio e navegação.

Também exorta mais vez os Estados em que existem e continuam a ser aplicadas leis e medidas desse tipo a que, no prazo mais breve possível e de acordo com seu ordenamento jurídico, tomem as medidas necessárias para derrogá-las ou deixá-las sem efeito.

Igualmente inclui uma nova análise do tema no programa provisório de seu sexagésimo quinto período de sessões, no próximo ano. Na sua parte inicial, o documento reafirma, entre outros, os princípios de igualdade soberana dos Estados, a não intervenção e não ingerência em seus assuntos internos e a liberdade de comércio e navegação internacionais.

Faz referência ás declarações nas diferentes Reuniões de Cúpula ibero americanas relacionadas à necessidade de eliminar a aplicação unilateral de medidas de carácter económico e comercial contra outro Estado que afectem o livre desenvolvimento do comércio internacional.

É expressa preocupação ante a promulgação e aplicação de leis e disposições como a cruel lei conhecida como Helms-Burton, cujos efeitos extra territoriais afectam a soberania de outros Estados, os interesses legítimos de entidades ou pessoas e a liberdade de comércio e navegação.

Assim mesmo, adverte que continua a aplicação de novas normas dirigidas a reforçar e ampliar o assédio e expressa preocupação pelos efeitos negativos dessas disposições sobre a povoação cubana e os nativos cubanos residentes em outros países.