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segunda-feira, 5 de março de 2012
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Magalhães precário
Trabalho precário e salários abaixo da tabela na JP Sá Couto. Em apenas três meses de 2009, a JP Sá Couto cresceu 3300 por cento e tem previstas receitas de 450 milhões de euros para o corrente ano, mas em termos de emprego, a empresa que produz os computadores «Magalhães», denuncia a CDU, pratica «a pior das precariedades existente no nosso país». Os comunistas pedem, por isso, ao Governo para fiscalizar as condições de trabalho e obrigar esta empresa a alterar a sua política laboral. Em conferência de imprensa, o deputado e vereador em Matosinhos, Honório Novo, acrescentou ainda que dos cerca de 160 trabalhadores afectos à produção e montagem dos computadores Magalhães, 95 por cento são recrutados a empresas de trabalho temporário. Além disso, «recebem cerca de 100 euros abaixo da tabela». Segundo revelou a CDU, estes trabalhadores, a quem são exigidas habilitações mínimas ao nível do 12º anos, «estão a receber salários de 465 euros mensais» quando o contrato colectivo dos trabalhadores das indústrias eléctricas prevê um vencimento de 566 euros para a categoria mais baixa. O deputado Honório Novo revela que a própria administração da JP Sá couto já reconheceu, em reuniões de negociação sindical, que está a pagar de acordo com o contrato dos trabalhadores do comércio (salários são mais baixos). Mas há mais. A CDU denuncia ainda a rescisão de contrato com o único trabalhador sindcalizado da empresa, dispensando-o de comparecer no local de trabalho, apesar de lhe pagar até final de Agosto, e a compra da Micromáquinas por parte da JP Sá Couto, com o propósito «de a extinguir e fazer desaparecer um concorrente». «Encerrou a empresa e extinguiu 37 postos de trabalho», precisou Honório Novo.
Perante estes dados, a que se juntam outros já conhecidos e denunciados pela CDU, os comunistas exigem que a JP Sá Couto, tantas vezes «bandeira do Governo», «apontada como exemplo pelo primeiro-ministro», e merecedora de todo o apoio, «de forma única e privilegiada», do «poder central e também local (Matosinhos)», seja também «um exemplo na forma como trata os seus trabalhadores». Não se compreende, continua Honmório Novo, que uma empresa que «conta com José Sócrates como um dos seus principais agentes de marketibng, tenha um comportamento tão inaceitável e indigno nas relações com os seus trabalhadores». Este deputado comunista, assim como o deputado da Assembleia Municiapal de Matosinhos, José Pedro Rodrigues, pedem ao primeiro-ministro e ao ministro do Trabalho que ordenem com urgência «uma fiscalização completa e rigorosa da Autoridade para as condições de Trabalho» e que obriguem a JP Sá Couto a acabar ou reduzir «de forma drástica a precariedade laboral existente» e a repor a legalidade salarial, seguindo o que está estabelecido no contrato colectivo dos trabalhadores das indústrias eléctricas. Quanto ao terreno que a autarquia de Matosinhos vai ceder por mais de duas décadas à JP Sá Couto para que esta aumente a capacidade instalada e promova o emprego, Honório Novo desafia o poder local a suspender o contrato de cedência, até que as condições laborais e remuneratórias sejam alteradas. (IOL)
Perante estes dados, a que se juntam outros já conhecidos e denunciados pela CDU, os comunistas exigem que a JP Sá Couto, tantas vezes «bandeira do Governo», «apontada como exemplo pelo primeiro-ministro», e merecedora de todo o apoio, «de forma única e privilegiada», do «poder central e também local (Matosinhos)», seja também «um exemplo na forma como trata os seus trabalhadores». Não se compreende, continua Honmório Novo, que uma empresa que «conta com José Sócrates como um dos seus principais agentes de marketibng, tenha um comportamento tão inaceitável e indigno nas relações com os seus trabalhadores». Este deputado comunista, assim como o deputado da Assembleia Municiapal de Matosinhos, José Pedro Rodrigues, pedem ao primeiro-ministro e ao ministro do Trabalho que ordenem com urgência «uma fiscalização completa e rigorosa da Autoridade para as condições de Trabalho» e que obriguem a JP Sá Couto a acabar ou reduzir «de forma drástica a precariedade laboral existente» e a repor a legalidade salarial, seguindo o que está estabelecido no contrato colectivo dos trabalhadores das indústrias eléctricas. Quanto ao terreno que a autarquia de Matosinhos vai ceder por mais de duas décadas à JP Sá Couto para que esta aumente a capacidade instalada e promova o emprego, Honório Novo desafia o poder local a suspender o contrato de cedência, até que as condições laborais e remuneratórias sejam alteradas. (IOL)
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