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quarta-feira, 19 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
A greve de fome na prisão de Guantánamo de que não se fala
Um prisioneiro numa cela na prisão de Guantánamo. Foto Reuters
WASHINGTON - A greve de fome dos presos mantidos há anos sem julgamento na prisão militar norte-americana de Guantánamo, em Cuba continua. Calcula-se que pelo menos 28 prisioneiros dos 166 detidos estão efetivamente em greve de fome.
Esse número inclui 8 presos que estão a ser alimentados diariamente à força com um suplemento nutricional, enquanto são mantidos presos a uma cadeira.
Há vários anos que alguns dos presos de Guantánamo se recusam a comer e são mantidos vivos por alimentação forçada.
Esse número inclui 8 presos que estão a ser alimentados diariamente à força com um suplemento nutricional, enquanto são mantidos presos a uma cadeira.
Há vários anos que alguns dos presos de Guantánamo se recusam a comer e são mantidos vivos por alimentação forçada.
Alguns dos detidos, presos há mais de uma década, estão em Guantánamo sem qualquer espécie de julgamento.
Fonte: New York Times
domingo, 19 de agosto de 2012
Discurso de Julian Assange hoje da janela da embaixada do Equador em Londres
Discurso de Julian Assange hoje da janela da embaixada do Equador em Londres.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Equador concede asilo político a Julian Assange.
Um manifestante, apoiante da organização Wikileaks, fotografado em frente à embaixada do Equador em Knightsbridge em Londres hoje, momentos antes de se conhecer a noticia de que o governo de Rafael Correa concederia asilo político a Julian Assange. Fotografia de Dominic Lipinski/PA.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Um romance português
Capítulo I: Em 2004, o Governo português era, como hoje, resultado de uma coligação entre o PSD e o CDS. O primeiro-ministro era Durão Barroso; Paulo Portas era ministro da Defesa. O Governo negociou então com o consórcio alemão GSC, de que faz parte a Ferrostaal, a compra de dois-submarinos-dois para a Marinha, que custaram a módica quantia de 880 milhões, negócio que desde cedo levantou dúvidas.
Capítulo II: Ontem, um tribunal alemão condenou dois ex-executivos da Ferrostaal a dois anos de prisão e ao pagamento de elevadas coimas por suborno de funcionários públicos estrangeiros na venda dos submarinos. O tribunal deu como provado que a Ferrostaal subornou o ex-cônsul de Portugal em Munique, pagando-lhe 1,6 milhões de euros para que ele propiciasse "contactos com o Governo português".
Capítulo III: Em Portugal corre também no DCIAP, desde 2006, um processo sobre o negócio por indícios de tráfico de influências, financiamento partidário ilegal e corrupção. Em meados do ano, estava parado "por falta de meios". Fora-lhe atribuído um só magistrado, que acumulava com outros processos; as traduções da documentação enviada pelas autoridades alemãs continuavam por fazer; ainda não tinham sido nomeados os peritos necessários ao prosseguimento da investigação...
Final feliz: Durão Barroso é hoje presidente da Comissão Europeia e Paulo Portas voltou ao Governo e é agora ministro dos "Negócios Estrangeiros".
Texto de Manuel António Pina no JN
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