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terça-feira, 15 de janeiro de 2019
domingo, 30 de dezembro de 2018
O ano de 2018 visto pelas objectivas da agência Reuters (11)
Migrante hondurenho, parte da caravana de
migrantes da América Central com destino aos EUA, no México, em outubro. Foto
Ueslei Marcelino/Reuters
Maria Meza (no centro), uma mulher de 40 anos
das Honduras, parte de uma caravana de milhares de migrantes da América
Central, foge do gás lacrimogéneo com as filhas gémeas de cinco anos Saira Mejia
Meza (à esquerda) e Cheili Mejia Meza (à direita) em frente ao muro da
fronteira entre os EUA e o México, em Tijuana, a 25 de novembro. Foto Kim
Kyung-hoon/reuters
Antigo presidente das Honduras, Manuel Zelaya,
atacado durante protestos contra a reeleição do presidente Juan Orlando
Hernandez, em Tegucigalpa, Honduras, janeiro. Foto Jorge Cabrera/reuters
Galo passeia perto de corpo de membro de gangue,
nas Honduras, em setembro. Foto Goran Tomasevic/Reuters
sábado, 22 de dezembro de 2018
O ano de 2018 visto pelas objectivas da agência Reuters (3)
Migrantes hondurenhos passam por rio mexicano
para rumarem aos Estados Unidos, em outubro.
Foto Adrees Latif/Reuters
segunda-feira, 25 de junho de 2018
O sonho americano não rebentou esta semana
Os EUA secaram a vida a sul da fronteira. Plantaram golpes, patrocinaram ditaduras, gastaram os pobres, mantendo-os pobres. O lado de baixo da fronteira foi o bordel, o bar, a droga, o trabalho escravo. Em baixo o pesadelo, em cima o sonho. Um paga o outro, e não é de agora.
1. A voz das crianças enjauladas corta a direito qualquer humano. São crianças de quatro, cinco, seis anos a soluçarem “mami”, “papá” dentro de uma gaiola, na fronteira dos Estados Unidos da América. Não há filtro, ideologia ou cartilha, a empatia ocupa tudo: choro, choramos com elas, no terror do que o humano é capaz. Somos milhões a chorar, incluindo pivots de TV, Laura Bush, talvez mesmo Ivanka Trump. Então, como até a filha pede, Trump muda alguma coisa para tudo ficar entre antes e agora, sabe-se lá até quando, sabe-se lá como. Mas não foi esta semana que o sonho americano rebentou. Não é agora que a América está a rejeitar os seus valores. Não é o one-man-show-Trump que detona o império americano de repente.
2. Há oito anos, por esta altura, pleno Mundial de Futebol, eu estava no México. E tanto no extremo sul como no extremo norte do México vi o pesadelo que fica por baixo do sonho americano. No extremo sul, vi-o em Ixtipec, de onde partem comboios para a Norte, e onde portanto se amontoam homens, mulheres e crianças sem livre-trânsito oficial, fugidos de toda a América Central, de El Salvador, das Honduras, da Guatemala, países no topo das maiores violências do mundo, onde os EUA enfiaram uma ou várias mãos. E no extremo norte do México — onde já só chegam os centro-americanos que pelo caminho não foram violados, escravizados, mortos por gangues — vi esse pesadelo em Ciudad Juárez, cidade mesmo na fronteira, literalmente a alguns passos de El Paso, EUA. Juárez é uma cobaia do capitalismo global, um lugar onde as empresas dos EUA (sobretudo, mas também europeias, japonesas, chinesas) foram abrindo fábricas para montar muitas das coisas que o mundo usa, mesmo o mundo pobre, como telemóveis e televisões. Se é possível ter um vislumbre do que será um mundo de fantasmas, desempregados, quase-escravos, Juárez era esse lugar. Operários que só tomando drogas aguentavam dois turnos em fábricas onde recebiam 36 euros por semana. Era esse o salário de Eva, que trabalhava para uma empresa californiana a montar televisores, exposta a envenamento por chumbo, violências e violações em série para trás. Nestas fábricas (as “maquilas”) não há sindicatos. São as fábricas que resultaram dos acordos de facilidades aduaneiras. Juárez viveu primeiro do turismo gringo (desde álcool na lei seca a sexo barato), depois das fábricas gringas, e finalmente da droga para os gringos. Por toda a parte havia “passaderos” e “picaderos”. “Aqui, onde ponhas o dedo, sai sangue”, disse-me o meu anfitrião, fotógrafo bravíssimo, Julián Cardona. O pequeno comércio estava refém dos gangues. Crianças de sete anos já trabalhavam para os gangues. Pais atrás do sonho americano, mexicanos ou centro-americanos, entregavam a vida a “coiotes”, passadores de gente no deserto, para lá morrerem todos os dias. E, nesse ano de 2010, o recorde mundial de homicídios era mesmo ali, todos os dias apareciam cabeças.
3. Há 22 anos atravessei os Estados Unidos da América em diagonal, de Leste para Oeste, em Greyhound Buses. E nesses autocarros, onde só viajavam os sem-tecto, sem-carro, sem cartão-de-crédito, nessas paragens, nesses desvios, nessa jornada ao lado, em volta, por baixo do sonho americano, lá estava o pesadelo. Os lugares onde o resto do planeta não era real, e a Terra talvez fosse plana, e muita gente tinha alguma arma, e muita gente tinha raiva. Gente arrastando sacos de lixo com tudo o que tinha. Gente morando em carros com tudo o que tinha. Gente morando no assento de mais um Greyhound. Gente pregando com e sem bíblias. Gente obesa, esquelética, delirante, humilhada. Nova Iorque era tão longe quanto Marte. Muitas semanas depois, em Nova Iorque, o sonho americano estava tão longe de muitos quanto Marte. O sonho americano existia, tinha parques, museus, bibliotecas esplêndidas, cultura e contra-cultura, guerras pelos direitos civis. E ao lado, em volta, sobretudo por baixo ficava o pesadelo. Aquilo a que os competidores chamam oportunidade. Enquanto isso, os EUA continuavam a secar a vida a sul da fronteira. Um histórico de plantar golpes, patrocinar ditaduras, gastar os pobres, mantendo-os pobres. O lado de baixo da fronteira foi o bordel, o bar, a droga, o trabalho escravo. Em baixo o pesadelo, em cima o sonho. Um servindo o outro.
4. Trump não é uma erupção do nada. A grande sanduíche de sonho e pesadelo gerou Trump, e gerou os eleitores que puseram Trump na Casa Branca. No seu perpétuo balanço entre quem paga e quem lucra, quem corre e quem fica para trás, a América pendeu mais do que nunca para a escória e gerou Trump. Trump é a escória do lucro sendo a escória do lucro: ignorante, vaidosa, megalómana, surda. Um dia havia de chegar ao poder para o mundo ver o fundo da América, um dos seus próprios fundos. Crianças, bebés em jaulas, são o fundo do humano. Esse horror precisa de todo o combate, toda a acção. Muita indignação junta faz tremer, e se o planeta não se tivesse indignado era porque estávamos todos mortos. Mas o combate passa por ver, também, que não é aqui que o império americano cai, ao contrário do que críticos de Trump como Paul Krugman disseram esta semana. Porque o pesadelo americano não surgiu com Trump, nem o sonho voltará a brilhar quando Trump partir. Trump é consequência antes de ser causa, uma consequência distópica, um alerta para que a América, e o mundo, olhem para dentro, para trás. Este horror na fronteira tem história, tem raízes, os Estados Unidos da América são tanto um farol dos direitos humanos como a sua escuridão. Nos EUA, tortura é assunto de estado. Fazer guerras, destruir terras, é mato. Milhões vivem pior em muitos lugares do mundo porque os EUA lá meteram o bedelho, ou porque sustentam a violência (pensem em Gaza). Milhões vivem mal no sonho americano: pagam-no. O horror é o horror é o horror, e normalmente tem uma longa cauda.
Texto de Alexandra Lucas Coelho
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terça-feira, 19 de junho de 2018
Estados Unidos da América, Século XXI
Estados Unidos da América, 12 de junho de 2018.
Criança Hondurenha de 2 anos chora enquanto a mãe é revistada e detida pela polícia na fronteira do Texas com o México. Fotografia John Moore / Getty Images
sexta-feira, 4 de março de 2016
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
É preciso avisar toda a gente...
Nome: Israel Zelaya.
Idade: 62 anos.
Profissão: jornalista da Rádio Internacional de São Pedro Sula.
País: Honduras.
Nos últimos meses, à semelhança do que acontece com milhares de compatriotas seus, Israel Zelaya foi várias vezes ameaçado de morte. Em Maio, a sua casa foi incendiada por «desconhecidos».
No dia 24 de Agosto foi assassinado com três tiros na cabeça.
É, tanto quanto se sabe, o 10º jornalista assassinado após o golpe fascista nas Honduras. Sobre estes crimes, os média dominantes internacionais, os portugueses incluídos - sempre tão zelosos da defesa daquilo a que chamam «liberdade de informação», da qual se proclamam eméritos praticantes... - continuam a nada dizer: nem uma nota crítica, nem um apontamento solidário, nem, sequer, a simples notícia dos factos: nada.
No mundo, Portugal incluído, haverá certamente jornalistas que condenam esses crimes e , como cidadãos e como profissionais, desejariam denunciá-los e apelar à solidariedade para com as vítimas.
Por que não o fazem, então?
Voltamos à questão da «liberdade de informação» em vigor nos média propriedade do grande capital - uma «liberdade de informação» superiormente definida por aquele proprietário de um grande jornal britânico, que dizia: «No meu jornal, os jornalistas têm toda a liberdade de escrever o que eu penso»...
O povo hondurenho continua, heroicamente, a resistir, a lutar: contra o fascismo, pela democracia, pela liberdade.
Pela liberdade de informação.
E essa resistência e essa luta serão tanto mais fortes quanto maior e mais ampla for a nossa solidariedade - designadamente denunciando os crimes praticados pelos fascistas e fazendo chegar essa denúncia ao maior número possível de pessoas.
É preciso avisar toda a gente...
Replicado do blog: Cravo de Abril
terça-feira, 11 de maio de 2010
Honduras: O regresso dos esquadrões da morte
Honduran oligarchs target members of the National Front of Popular Resistance.
Fonte: In These Times via O Tempo das Cerejas.
TEGUCIGALPA, HONDURAS—Late in the afternoon on February 3, Vanessa Zepeda, a 28-year-old registered nurse, left a union hall after a meeting and began walking to the supermarket to buy school supplies for her children and formula for her baby girl. She never made it. According to witnesses, as she was leaving the union hall parking lot in this sprawling capital city, Zepeda was forced into an unmarked white sedan by two masked men dressed in fatigues. A few hours after she was kidnapped, her corpse, still dressed in blue hospital scrubs, was tossed from a moving car in the Loarque neighborhood on the southern side of the city—a well-known stronghold of the resistance movement.Zepeda was a member of the National Front of Popular Resistance (FNRP), which like many countries, including Brazil and Argentina, does not recognize the military-backed government of President Porfirio “Pepe” Lobo, who took office in January after much-disputed elections.
Zepeda was also a leader in the Social Security Workers Union. Prior to her abduction, she had attended the meeting at the Bottling Plant union building to talk about the need to join with other unions to peacefully resist the Lobo government. “Vanessa was very committed to helping others,” says Bessi Torrez, Zepeda’s mother, in a phone interview with In These Times. (Torrez had agreed to meet in public, but later canceled due to fear of being seen with a foreign journalist.) “She also worked hard to help unite the different syndicates, so that they could consolidate their interests. She sacrificed everything for the Resistance.” After Zepeda’s body was found, her mother was notified and told to come straight to the morgue, instead of the crime scene itself. When Torrez arrived, she was not allowed to see any of the forensic evidence or investigation records. “It was very strange,” she says. “The process has been so mysterious.” Since the coup last June, a number of union leaders have died under equally mysterious circumstances. Many Hondurans believe the military-backed government to be responsible for these assassinations. Of the 43 members of the FNRP that have been killed, about half have been trade unionists. Gilda Batista, director of the Tegucigalpa-based human rights organization Refuge Without Limits (ASL), has investigated the murder of Zepeda and other recently executed union leaders. Batista says her research leads her to believe that assassination squads are being “financed by the corporatocracy and military.” Batista believes the targeting of key individuals like Zepeda “sends a message to the Resistance that union members will be murdered if they meddle in the political arena.” In Zepeda’s case, forensics experts finally labeled the case a homicide, but still have not disclosed any details about the cause of death. More than three weeks after the autopsy, Torrez is still awaiting an explanation from the government concerning her daughter’s murder. “[The Lobo government] knows that the trade unionists are one of the biggest threats economically. The labor movement has been really central to the resistance,” says Dana Frank, professor of history at the University of California, Santa Cruz, in an interview in a Tegucigalpa human rights office. “In Tegucigalpa, many of the biggest Resistance meetings are happening in the Bottling Plant Union building. The unions are a direct economic threat [because] they have a larger vision for Honduras.” There are no government statistics detailing how much of the country’s workforce is unionized, but according to the office of the Honduran Labor Secretary, there are currently 527 different syndicates, or workplace-based unions, representing both public and private Honduran workers.
Artigo completo aqui.
Fonte: In These Times via O Tempo das Cerejas.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Critérios Jornalisticos
Só durante o mês de Março, foram assassinados cinco jornalistas nas Honduras. Tudo isto se passou num país da América central onde o presidente legitimamente eleito Manuel Zelaya, foi deposto por um golpe militar em 2009. Este golpe militar foi condenado por quase toda a comunidade internacional. Da parte dos EUA houve declarações ambíguas e total descomprometimento nas soluções que ao longo de meses foram sendo avançadas para o problema gerado.Apesar do golpe militar nunca ter sido declaradamente apoiado pelos EUA, sabe-se pelos desenvolvimentos dos acontecimentos, que os interesses norte-americanos foram salvaguardados no fim de Novembro, com a eleição de um novo presidente, herdeiro directo do regime militar imposto numa forjada eleição presidencial em que Manuel Zelaya não se pode candidatar e que se realizou em Novembro de 2009.
Para quem esteve atento às noticias difundidas, amplificadas e repetidas até à exaustão, pelos media do costume, do que se passou (ou se quis dar a ideia de que passou) em Cuba no mês de Março, não deixa de ser esclarecedor, o facto destes 5 assassinatos não terem tido qualquer destaque nas nossas televisões e jornais.
Todos se lembraram da forte campanha mediática contra cuba em curso, realizada em torno do suposto preso politico Orlando Zapata, que faleceu na sequência de uma polémica greve de fome (85 dias !!, talvez seja um novo recorde do Guiness Book) ou da suposta repressão às marchas sempre permitidas das inenarráveis Damas de Blanco em Havana. Sem esquecer a 24º tentativa de greve de fome do até ao momento, incompetente para o conseguir, Guillermo Fariñas.
Para que conste, os 5 jornalistas assassinados foram: José Bayardo Mairena, de 52 anos, Manuel de Jesús Juárez, de 55 anos que receberam 13 balas cada um. Também foram assassinados Joseph Ochoa, de 26 anos, David Meza, de 51 anos e Nahún Palacios, de 36 anos.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Honduras
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Honduras, repressão militar continua
23/09/2009 - 2 mortos, 30 feridos e centenas de detidos pelo exército do presidente golpista.http://www.movimientos.org/honduras.php
http://radioeslodemenos.blogspot.com/
http://www.medioscomunitarios.org/honduras/pag/index.php
Manuel Zelaya dice que está en peligro y que tienen embajada de Brasil “rodeada".
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Honduras, exército carrega sobre simpatizantes de Zelaya
terça-feira, 18 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
"Adidas y Nike, en los zapatos de Zelaya"
Qual a relação das Maquiladoras norte-americanas com a crise nas Honduras ?Las fabricantes de calzado deportivo Nike y Adidas, junto a la fabricante de ropa Knights Apparel y la cadena de tiendas GAP enviaron una carta al Departamento de Estado abogando por una solución pacífica del conflicto político en Honduras. (BBC)
segunda-feira, 13 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
Honduras

O impasse mantêm-se depois de um domingo sangrento.
Zelaya pede ajuda a Obama.
Más de 800 detenidos por las protestas, sólo en Tegucigalpa.
Zelaya pede ajuda a Obama.
Más de 800 detenidos por las protestas, sólo en Tegucigalpa.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
O golpe militar nas Honduras e os EUA
Apesar de os EUA, pelo seu presidente terem condenado o golpe militar nas Honduras, existem muitas dúvidas relativamente ao envolvimento dos EUA no sucedido. Os interesses militares dos EUA têm vindo num crescendo a serem questionados pelos vários países da região após a eleição de governos progressistas. E o caso da Honduras não era um excepção ao panorama da região, onde vários países já manifestaram a sua intenção de não renovar com os EUA as autorizações para a permanência das bases militares no seu território. Isto leva a supor que ou Obama não está ao corrente de todas as actividades dos seus serviços secretos no seu “pátio das traseiras”, o que é altamente duvidoso, ou então não quis assumir perante uma América Latina (pela primeira vez na sua história) unida a uma só voz , uma posição de força que seria prontamente condenada e se revelaria uma grande contradição como seu discurso público na cimeira da OEA realizada em Trinidad e Tobago. Recentemente têm surgido informações que clarificam a ligação da CIA (e do seu braço mascarado de ONG, a USA -AID) aos golpistas.Tal como noutras situações passadas neste continente, também neste caso, a vontade do senhor se mantêm fiel aos seus desígnios e à sua história recente de cumplicidade entre a hierarquia da igreja católica e as ditaduras militares.
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sábado, 4 de julho de 2009
Em Tegucigalpa continua a não haver Twitter...
Apesar do aparente desinteresse dos nossos meios de comunicação pelo que se passa nas ruas de Tegucigalpa, na capital da Honduras continuam as manifestações pelo sexto dia consecutivo contra o golpe militar e pelo regresso do presidente Manuel Zelaya. terça-feira, 30 de junho de 2009
Em Tegucigalpa não há Twitter...
O duplo padrão dos nossos media é um facto. Basta comparar a cobertura dos acontecimentos da semana passada em Teerão e do que se está a passar esta semana nas Honduras. Vergonhoso !
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Los líderes del ALBA llaman a los hondureños a