terça-feira, 27 de setembro de 2016

Assinado o acordo de paz na Colómbia, depois de 52 anos de guerra

Juan Manuel Santos. Presidente da República, e o líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Timochenko, cumprimentam-se durante a cerimónia de assinatura do acordo de paz Luis ACOSTA/AFP.
 
Acordo abrangente de paz entre o Governo de Bogotá e as FARC foi assinado numa cerimónia histórica em Cartagena. Documento de 297 páginas estabelece os critérios para o fim da luta armada e a reconversão da guerrilha marxista numa organização política legítima. Foi com uma caneta produzida a partir de um antigo projéctil que o Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, e o líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Rodrigo Londoño (aliás, Timochenko), firmaram o pacto de paz que definitivamente encerra o mais longo conflito da América Latina, responsável por mais de 260 mil mortos e seis milhões de desalojados durante os últimos 50 anos. Numa histórica cerimónia, na cidade colonial de Cartagena, e perante dezenas de chefes de Estado e de Governo e milhares de convidados, a quem foi pedido que vestissem de branco, a assinatura do acordo de paz representa a esperança de uma nova era livre de ódio e violência. (Público)
 

Timochenko: Tratado aspira a sellar para siempre la vía de las armas
 
El comandante de las FARC-EP, Rodrigo Londoño, conocido como Timoleón Jiménez Timochenko, aseguró que con la firma del acuerdo final "abrimos un espacio para que las nuevas generaciones vivan en paz". Aseguró que "el tratado de paz aspira a sellar para siempre la vía de las armas". En nombre de las FARC-EP, Timoléon Jiménez ofreció perdón "a todas las víctimas del conflicto por todo el dolor que hayamos podido causar en esta guerra". (teleSUR)

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