Sábado, 21 de Janeiro de 2012

A proposito de mais um suposto dissidente morto.....

"Às 18:45 de 19 de janeiro, em Santiago de Cuba, faleceu o preso Wilman Villar Mendoza. Óbito ocorreu no Hospital Clínico-Cirúrgico "Dr. Juan de Bruno Zayas", devido à falência de múltiplos órgãos, o que levou o paciente a um choque devido a sépsis.

Esta pessoa tinha sido enviada com urgência a 13 de janeiro da penitenciaria "Aguadores", com sintomas de pneumonia grave do pulmão esquerdo, recebendo todos os tratamentos que geralmente se aplicam a estes casos: ventilação
e nutrição artificial, líquidos, produtos derivados do sangue, suporte com drogas vasoativas e antibióticos de largo espectro de última geração.

O Hospital Cirúrgico "Juan de Bruno Zayas", é um dos hospitais de nível superior nos cuidados intensivos no Oriente de Cuba e possui vasta experiência no atendimento a pacientes graves.

Villar Mendoza,  residia no município de Contramaestre, na província de Santiago de Cuba e estava a cumprir uma sentença de prisão desde 25 de Novembro de 2011, sob a acusação de delitos de desacato, violência e resistência à autoridade.

O detido, foi punido na sequência de um crime público em que atacou e provocou ferimentos no sua esposa, ao que sua mãe solicitou a intervenção das autoridades. Durante intervenção da Policia Nacional Revolucionária, Wilman Villar Mendoza terá resistido e agredido
os agentes da autoridade.

Os seus familiares mais próximos estavam ao corrente de todos os procedimentos médicos que foram utilizados no seu tratamento, e reconheceram os esforços da equipa de especialistas que o tratou.

Em relação a este fato, durante vários dias, as agências de notícias estrangeiras, particularmente as sediadas em Miami, têm vindo a promover uma campanha internacional difamatória, em conluio com elementos contra-revolucionários internos, os quais apresentam Villar Mendoza como um suposto "dissidente", que morreu depois de fazer uma greve de fome na prisão.
A este respeito, têm abundado as supostas provas e depoimentos para tentar demostrar que havia um "dissidente" e que estava em greve de fome.

Villar Wilman após cometer o crime, foi julgado e só depois na cadeia é que começou a ser associado a elementos contra-revolucionários em Santiago de Cuba, que o fez acreditar que a sua presumível pertença a grupos mercenários lhe permitiria escapar à justiça.

Cuba lamenta a morte de qualquer ser humano, mas condena firmemente a manipulação descarada dos nossos inimigos, e pretende desmontar esta nova agressão com a verdade e firmeza que caracteriza nosso povo."

Nota informativa do governo cubano, via cubadebate.

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