domingo, 28 de agosto de 2011

Tenemos empleos que odiamos para comprar cosas que no necesitamos !

"Temos empregos que odiamos para comprar coisas que não precisamos" lia-se num cartaz que empunhava uma mulher que marchava pela Avenida Ricardo Cumming em Santiago do Chile, onde 300.000 pessoas se mobilizaram na sequência da greve geral de 48 horas desta semana no Chile.
 
 
Os trabalhadores exigem do governo de direita de Sebastian Piñera, uma nova Constituição, um novo código de trabalho e, especialmente, o fim do modelo económico vigente.Os manifestantes também se uniram em apoio aos protestos estudantis que se estendem à já três meses por uma educação gratuita para todas as crianças e jovens do país.


O Chile após a ditadura de Pinochet teve 2 décadas governos de centro-esquerda que foram incapazes de introduzir alterações no modelo económico neoliberal herdado de Pinochet.
Actualmente, a economia cresce a 6,1%, mas o Chile é o país com maiores desigualdades sociais entre a população em termos de receitas em toda a América Latina, de acordo com um relatório recente  da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

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