domingo, 30 de maio de 2010

Com papas e bolas, se enganam os tolos (III)

Há uma velha anedota em que um leproso come em família e a meio da refeição cai-lhe o nariz para dentro da sopa. O pai irritado grita: “chiça que para além de leproso é porco”. É o mesmo caso das peças do Público sobre a manifestação. Para além de serem sabujas são ignorantes. Toda a reportagem do Público é construída para provar que a manifestação da CGTP foi um fracasso. Nuno Sá Lourenço e o ditirâmbico biografo de Passos Coelho, que fez dele um bom melão, partiram para a reportagem com uma incumbência: a manifestação tinha que ser um falhanço. Conseguiram uma ex-sindicalista da CGTP e um professor do ISCTE que lhes repetissem o que queriam e lá voltaram contentes para o seio da redacção. A direcção editorial do jornal apoiada pelos diligentes escribas lá escreveu um “sobe e desce”, em que a grandiciosidade da manifestação aparece entre aspas, e um editorial em que se afirma que foi vendo a falta de força da manifestação que Carvalho da Silva terá recuado na ideia de marcar a greve geral. Estava justificado o editorial pretendido. Há apenas um pequeno “mas”: a direcção editorial do jornal da Sonae parece ignorar que uma greve geral não se marca ou desmarca por acto de vontade do secretário-geral da CGTP. Esse momento máximo da contestação tem que ser uma decisão do conselho nacional da central ouvido o plenário dos sindicatos. Na melhor manipulação cai a nódoa. (Crónica do jornalismo patronal, por Nuno Ramos de Almeida).
 
Fonte: Cinco Dias

Com papas e bolas, se enganam os tolos (II)


O rigor jornalístico da TSF no seu melhor.

A "Manif" em imagens (II)







Fotografias de Sarrabulho.

Com papas e bolas, se enganam os tolos (I)


O Público dedica hoje uma chamada de primeira página e depois duas páginas inteiras à manifestação de ontem. Mas de uma para a outra coisa, o grande e obsessivo tema do trabalho do Público é a questão do número de participantes naquela impressionante jornada de protesto. Não há nem uma única fotografia de conjunto (ainda que necessariamente parcial) do desfile, apenas três fotos, englobando desde as 30 até às 10 pessoas. Ah, e pelo meio da peça a repescagem de uma declaração do dia anterior de João Proença ocupa 33 palavras mas já Carvalho da Silva que, recorde-se, foi o orador principal no final do desfile, tem direito à citação de apenas 20 palavras suas. E mais extraordinário e sintomático que tudo: toda a gente sabe que foi a comunicação social e não a CGTP que lançaram o tema da greve geral; pois fiquem os leitores a saber que o Público conclui hoje que se Carvalho da Silva não anunciou ontem uma greve geral é porque não considerou a dimensão da manifestação um indicador favorável a esse anúncio. É obra !  (Glórias do jornalismo português por Vítor Dias) 

A "Manif" em imagens (I)







Fotografias de Sarrabulho.

terça-feira, 25 de maio de 2010

How big is the Deepwater Horizon oil spill?





On April 20th, an explosion on the Deepwater Horizon left 17 workers injured and 11 missing and presumed dead. Oil is spilling from a well 5000 feet below sea level, discharging 200,000 gallons of crude oil a day according to the official estimate. It is estimated that more than 6 million gallons of crude oil have spewed into the Gulf so far.


Aplicação que utiliza google maps para seguir/visualizar a mancha de crude do acidente da plataforma da BP no Golfo do México.

Bad Lieutenant: Port of Call New Orleans


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O estado chulo

Sempre se falou da Europa como de um mercado com não sei quantos milhões de consumidores, ninguém falou na Europa dos cidadãos que precisam de medicamentos, pensões de velhice dignas, assistência hospitalar, sistemas educativos modernos. É duvidoso que, em tantos anos de construção europeia, nada na Comunidade aponte nesse sentido. Aquilo de que se fala é em reduzir os benefícios sociais. Se me é permitido, passámos do ideal do estado providência para o estado chulo.

José Saramago ,“Uma certa ideia de Europa”
Entrevista de Clara Ferreira Alves para Expresso, 7 de agosto de 1993

domingo, 23 de maio de 2010

Vietnam, 35 years later (II)

D. R. Howe (Glencoe, MN) treats the wounds of Private First Class D. A. Crum (New Brighton, PA), "H" Company, 2nd Battalion, Fifth Marine Regiment, during Operation Hue City on February 6th, 1968. (US Department of Defense).

During Operation "Bushmaster", a member of Company "L", (Ranger), 75th Infantry, wearing camouflage makeup sits alone with his thoughts while waiting to participate in an assault mission against North Vietnamese Army (NVA) forces in Vietnam in August of 1971. (US Department of Defense/SP4 John L. Hennesey, 221st Sig Co).

A Viet Cong base camp is torched near My Tho, Vietnam on April 5th, 1968. In the foreground is Private First Class Raymond Rumpa, St Paul, Minnesota, C Company, 3rd Battalion, 47th Infantry, 9th Infantry Division, with 45 pound 90mm recoilless rifle. (US Department of Defense).

Demonstrators in Berkeley, California march against the war in Vietnam in December of 1965. (AP Photo).

A napalm strike erupts in a fireball near U.S. troops on patrol in South Vietnam in 1966 during the Vietnam War. (AP Photo).

A young Marine private waits on the beach during the Marine landing, Da Nang, Vietnam, August 3, 1965. (U.S. Marine Corps.).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cracolandia

Cracolandia é o maior bairro de toxicodependentes de São Paulo. Fotografia Reuters.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Vietnam, 35 years later (I)

A young Vietnamese woman covers her mouth as she stares into a mass grave where victims of a reported massacre were being exhumed near Dien Bai village, east of Hue, in April 1969. The woman's husband, father and brother had been missing since the Tet Offensive, and were feared to be among those killed. (AP Photo/Horst Faas).

South Vietnamese forces follow after terrified children, including 9-year-old Kim Phuc (center left), as they run down Route 1 near Trang Bang after an aerial napalm attack on suspected Viet Cong hiding places, June 8, 1972. A South Vietnamese plane accidentally dropped its flaming napalm on South Vietnamese troops and civilians. The terrified girl had ripped off her burning clothes while fleeing. The children from left to right are: Phan Thanh Tam, younger brother of Kim Phuc, who lost an eye, Phan Thanh Phouc, youngest brother of Kim Phuc, Kim Phuc, and Kim's cousins Ho Van Bon, and Ho Thi Ting. Behind them are soldiers of the Vietnam Army 25th Division. (AP Photo/Nick Ut).

Bombs with a mixture of napalm and white phosphorus jelly dropped by Vietnamese AF Skyraider bombers explode amidst homes and in front of the Cao Dai temple in the outskirts of Trang Bang, June 8, 1972. In the foreground are Vietnamese soldiers and news and cameramen from various international news organizations who watch the scene. The towers of the Trang Bang Cao Dai temple are visible in the center of the explosions. (AP Photo/Nick Ut).

Women and children crouch in a muddy canal as they take cover from intense fire at Bao Trai, about 20 miles west of Saigon, Vietnam on Jan. 1, 1966. (AP Photo/Horst Faas).

Anti-war protesters gather by the Reflecting Pool with the Washington Monument in the background, in Washington D.C. on Oct. 21, 1967. (AP Photo).

Buddhist nun Thich Nu Thanh Quang burns to death in an act of suicide protest against the government's Catholic regime at the Dieu de Pagoda in Hue, South Vietnam, May 29, 1966. (AP Photo).

South Vietnamese General Nguyen Ngoc Loan, chief of the national police, fires his pistol into the head of suspected Viet Cong officer Nguyen Van Lem on a Saigon street, on Feb. 1, 1968. (AP Photo/Eddie Adams).